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Os sucessivos erros de Sérgio Reis que anularam suas chances de vitória em Lagarto

Tropeçando nos próprios pés, candidato do Saramandaia acumula uma ficha extensa de polêmicas e condenações que o faz ter grande rejeição no município.
Candidato a prefeito pelo grupo Saramandaia em Lagarto, Sérgio Reis (PSD) iniciou a corrida eleitoral com uma posição vantajosa, mas agora enfrenta uma crescente desvantagem devido a seus sucessivos erros, tropeçando nos próprios pés nesta reta final. O deputado, que possui uma lista extensa de polêmicas e condenações que, naturalmente, o fazem ter uma grande rejeição dos lagartenses, agravou ainda mais sua situação com sua suposta tentativa inescrupulosa e desumana de usar a morte de Valmir Monteiro (in memoriam) para fins eleitorais.
Ciente disso, a população potencializou a rejeição a ele, percebendo que não é um novo jeito, mas uma velha forma de fazer política com roupagem moderna. Ele é o mesmo, só mudou roupas, cores e tirou o sobrenome da campanha, adotando apenas o “Sérgio” para aparecer nas urnas.
Portanto, lembrar nunca é demais: Sérgio Reis é um nome conhecido em Lagarto, especialmente por seu histórico problemático. Ele acumula várias condenações por improbidade administrativa, lavagem de dinheiro, peculato e falsidade ideológica durante sua atuação como ex-secretário de saúde e ex-presidente da Associação de Caridade. Em 2017, teve seus direitos políticos cassados, impedindo-o de concorrer nas eleições de 2020, quando foi substituído por seu irmão, Fábio (PSD), que acabou derrotado por Hilda Ribeiro (Republicanos) por mais de 5 mil votos.
Na tentativa de esconder esse passado, o pessedista tenta se apresentar como um candidato novo, mas seus erros têm sido constantes, afastando-o ainda mais da vitória conforme sua máscara cai. E, sua recente tentativa de explorar um momento de luto em Lagarto para obter vantagens na corrida eleitoral, visto que o grupo de Valmir é o fiel da balança em 2024, apenas piorou sua imagem.